O poder da gentileza

Gentileza é muito mais do que abrir a porta do carro, dar lugar ao idoso ou uma mulher  grávida, ser cordial com as pessoas. Gentileza é desenvolver a capacidade de respeitar o outro e suas escolhas. É aprender a manifestar suas convicções de forma firme e pacífica. É se posicionar sem ferir e ofender os outros.

É muito fácil ser gentil quando tudo está bem. Quando estamos alegres, quando estamos empregados, quando nossa família esta feliz, quando acontecem coisas boas.

Mas, é justamente nos momentos mais tensos que devemos praticar a Gentileza desenvolvendo a paciência e a tolerância. Nós brasileiros estamos passando por profundas transformações. É preciso pensar mesmo diante deste turbilhão. É preciso parar de seguir a multidão. Qual é a nossa responsabilidade diante dos acontecimentos? Somos todos responsáveis!

Aceitar este compromisso é o caminho para encontrar soluções e sair do ciclo de reclamações vazias. Ou seja,  apresentar queixas sem atitude e sem ação. Transferindo o poder para terceiros. Somos literalmente a mudança que queremos ser neste mundo.

Acusar e ofender quem pensa diferente da gente só causa mais conflito deixando tudo no mesmo lugar. Nos tornamos alvos fáceis de manipulação quando estamos  mergulhados na raiva, no desrespeito, na violência. O mais produtivo é procurar o caminho do meio. É dialogar. É participar. É olhar para o outro e dizer eu não concordo com você, mas vamos encontrar uma solução juntos. Vamos fiscalizar, vamos agir para o bem de todos, vamos nos unir sair desta depressão coletiva.

Ser gentil é exercer a cidadania da forma nobre. Pratique gentileza, seja uma pessoa mais leve – porém, com consciência dos seus deveres.

Muitas pessoas acreditam que ser Zen é ser desconectado da realidade, ser e permissivo com tudo. Ser Zen é se fazer  presente na vida assumindo as rédeas do seu destino, reconhecendo seus direitos com segurança, consciência e coerência. É sair da mente inferior, do “mi-mi-mi” e ser proativo. É agir!

Pratique a gentileza, pratique o respeito!

Namastê…

Mônica Dias

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